sábado, 29 de abril de 2017

Ella Fitzgerald - Hello Dolly (live)


100 anos de Fitzgerald

Leia e acredite ! " Deponham as armas" / Clarin

https://www.clarin.com/mundo/ex-senor-guerra-taliban-pide-seguidores-depongan-armas_0_rkfhGEfk-.html
Afganistán

El ex "señor de la guerra" talibán pide a sus seguidores que depongan las armas

El afgano Gulbuddin Hekmatjar volvió a su país tras 20 años de exilio y llamó a la paz. En septiembre había firmado un acuerdo con el gobierno.
El ex "señor de la guerra" talibán pide a sus seguidores que depongan las armas
Llamado. El influyente líder yihadista llamó a la paz en Afganistán, en un discurso a seguidores, este sábado. /REUTERS

El ex “señor de la guerra” afgano Gulbuddin Hekmatjar volvió a la vida pública este sábado tras más de 20 años en el exilio, con un mensaje en el que pidió a los talibanes y otros grupos rebeldes que pongan fin a la guerra.
En un discurso ante seguidores en la provincia de Lagham, en el este del país, Hekmatjar dijo que la lucha de los insurgentes carece de sentido y es ilegal. “¡Únanse a nosotros y detengan esta guerra cuyas principales víctimas son los afganos y sus casas que están destruyendo!”, arengó. Con el tradicional turbante negro, prometió a sus simpatizantes estar “a su lado” en este nuevo capítulo.
“Ahora necesitamos paz y la paz es la esperanza de nuestro pueblo”, afirmó, y llamó a los talibanes “a unirse al proceso de paz de Afganistán y a todos los proyectos de futuro” del país.

Os 14 do Colégio Santa Cruz... / blog do Murilo

http://avaranda.blogspot.com.br/2017/04/carta-de-14-estudantes-evidencia-que.html?m=1

Carta de 14 estudantes evidencia que eles aprenderam a pensar - DEMÉTRIO MAGNOLI



A missão do professor é ensinar a pensar, não catequizar sobre o certo e o errado. Uma carta divulgada por 14 alunos do Colégio Santa Cruz, criticando a adesão de seus professores à greve geral, evidencia que eles aprenderam. O cerne da crítica: os professores apelam a "noções generalistas de justiça social" e pautam-se "em um maniqueísmo exacerbado", adotando uma "forma de pensar" que "simplifica e empobrece o debate" sobre a reforma previdenciária.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Hong-Kong pensa no futuro

https://youtu.be/Qylm5kptZ5c

"Contra o mau feitiço"... // Eliane Cantanhêde

Contra o mau feitiço

Resultado de imagem para fotos de eliane cantanhêde 
a crise política, voto distrital, cláusula de barreira e militância



O Supremo vetou o financiamento de empresas das campanhas, a sociedade torce o nariz para o público, o Fundo Partidário não é suficiente e não dá para contar com doações só de militantes. E agora? Cortar gastos é essencial, mas não fecha as contas. A democracia custa caro e, apesar de todas as revelações tenebrosas da Lava Jato, a volta do financiamento empresarial tem apoiadores e bons argumentos.
Esse foi um dos temas do seminário A Reforma Política que Queremos, que abordou nesta quinta-feira, 27, uma reforma pontual para 2018 e outra mais profunda, para o futuro. O excesso de partidos e a ausência de novos líderes foram dois dos maiores vilões. Logo, a cláusula de barreira e a atração de novos quadros políticos foram consensuais.
Na abertura, Paulo Delgado, da Fecomercio, foi direto ao ponto: “A má política enfeitiçou o Brasil, onde o privado prevalece sobre o público”. Na sequência, o embaixador Rubens Barbosa ressalvou que os corruptos são minoria “e não podemos deixar que a minoria sequestre a agenda real do País e perder o foco das reformas”.
Pragmático, Jairo Nicolau, da UFRJ, falou em “colapso”, “momento dramático”, “fim de um ciclo de um sistema representativo, que está se dissolvendo em praça pública”, mas alertou que o mais urgente e viável é uma “reforma minimalista” para 2018: “Não vamos mudar um sistema eleitoral de 70 anos em quatro meses”.
Propôs cláusula de barreira, fim das coligações, limitação do horário eleitoral e do Fundo Partidário aos que obtenham mais de 1,5% dos votos, aumento do Fundo Partidário em ano eleitoral, limite de doações e autofinanciamento, prestação de contas online, teto de gastos, dedução no IR das pequenas doações até R$ 2 mil.
José Alvaro Moisés, da USP, criticou “a assimetria entre Executivo e Legislativo, pois o presidente do Brasil é um dos mais poderosos do mundo”, e provocou: “Dois impeachments levam ao debate sobre o parlamentarismo”. Defendeu cláusula de barreira, restrição das coligações e redução dos distritos eleitorais para baratear as campanhas. Quanto ao financiamento: sistema misto de Fundo Partidário público com doações de pessoas físicas, mais teto de gastos.
José Eduardo Faria, USP e FGV, criticou a distorção da representação parlamentar, ou desequilíbrio entre população e número de eleitos, que, segundo ele, prejudica São Paulo e favorece Norte e Centro-Oeste. E também discordou da tese de uma comissão de notáveis para a reforma política: “Seria um erro monumental. Afinal, o que é notável?” O risco seria manipulação por igrejas e grupos de interesse.
O líder do movimento Vem Pra Rua, Rogério Chequer, atirou contra “traquinagens do Congresso” e “cenas sórdidas sobre o que estão fazendo com o nosso dinheiro”. Sugestões: candidaturas independentes, fim da reeleição, voto distrital e financiamento pelos militantes. Lembrou, ainda, que 19 das 21 maiores democracias têm recall de políticos.
Luiz Felipe d’Ávila, do Centro de Liderança Pública (CLP), fez uma advertência fundamental nesses tempos de crises e Lava Jato: “Renovação política não pode cair na armadilha da demagogia e do populismo”. Líder do movimento “eu voto distrital”, disse que o maior problema é na Câmara e propôs acabar com o voto proporcional. As votações seriam pelos sistemas distrital e majoritário.
Para Milton Seligman, do Insper, com a redemocratização formal, “a democracia saiu da nossa agenda”, concentrada na economia, em programas e em metas. Criticou os “custos descomunais” das campanhas e a proliferação de partidos e propôs cláusula de barreira, ou de representação, como prefere. Ao defender a reforma, lembrou que as medidas em debate no Brasil são adotadas nos EUA, “mas isso não evitou a eleição do Trump”.

MAIS CONTEÚDO SOBRE:

Acompanhe ao vivo o trabalho dos grevistas, imagine o custo das manifestações, espere pelos resultados do movimento e descanse, se possível, em paz

http://economia.estadao.com.br/ao-vivo/greve-geral

Grupo coloca fogo em pneus em bloqueio na Avenida Ragueb Chohfi em São Paulo - Foto: Werther Santana/Estadão

Acompanhe o trabalho do grevista

ao vivo

Tudo organizado > Black Block's uniformizados de "Black Block"; sindicalistas com seus abadás, suas vestimentas de trabalho, boné vermelho, alguns versos de motivação, como 'povo unido jamais será vencido' e muita disposição para barbarizar; pessoal de apoio guardando alguns pneus usados para fazer fumaça preta; alguns litros de gasolina, e, muita disposição para o 'trablaho'...

http://noblat.oglobo.globo.com/editoriais/noticia/2017/04/greve-do-feriadao.html

A greve do feriadão

Como ergofóbicos que são, os organizadores desse movimento esperam que a adesão seja alta porque conhecem o valor de uma boa desculpa para não trabalhar

Agora são mais de 14 milhões de desempregados, diz IBGE / vEJA


Desemprego atinge recorde de 14,2 milhões de pessoas, diz IBGE

A taxa de desemprego subiu a 13,7%, o maior valor desde o início da série histórica deste indicador, inciada em 2012

O número de desempregados no país atingiu 14,2 milhões de pessoas no trimestre encerrado em março, um novo recorde, segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.  O número é 1,8 milhão maior que o verificado no trimestre anterior e 3,1 milhões superior ao registrado no mesmo trimestre de 2016. O total de desempregados é o maior desde o início da série histórica desse indicador, em 2012.
O IBGE considera como desempregado as pessoas que buscam, mas não conseguem, ocupação formal. Essa taxa de desocupação foi estimada em 13,7%, e representa a porcentagem da população em condições de trabalhar que não conseguiu emprego. Esse índice também bateu recorde nos três meses encerrados em março deste ano, e era de 12% no trimestre encerrado em dezembro, e de 10,9% entre janeiro e março de 2016.


NOTÍCIAS SOBRE

quarta-feira, 26 de abril de 2017

"Emílio no país da maravilhas" / Percival Puggina


EMÍLIO NO PAÍS DAS MARAVILHAS

por Percival Puggina. Artigo publicado em 

 Sentado para não cair, em meio a um turbilhão de emoções, assisti às declarações e respostas de Emílio Odebrecht ao juiz Sérgio Moro. Misturavam-se em mim a inquietação, a insegurança, a tristeza cívica, o constrangimento e um duplo sentimento de vergonha. Sentia vergonha pessoal, porque aquilo afetava a imagem do Brasil, e vergonha alheia, ante o que tal ato dizia do dono da maior construtora nacional e de boa parte de nossa elite política. Envergonhava-me deles e por eles. Emílio, bem ao contrário, espargia bonomia, doçura de ânimo e complacência. Era como se sua presença ali fosse uma dessas cortesias que os príncipes por vezes concedem aos súditos, algo tipo - "Fique à vontade, meritíssimo, aproveite que vim".
Foi então que me veio à lembrança John Milton. O terrível John Milton. Para quem não lembra, ele é o personagem representado por Al Pacino em O Advogado do Diabo, naquela que, indiscutivelmente, constitui sua mais soberba atuação nas telas. John é o dono do escritório de advocacia onde vai trabalhar Kevin Lomax (Keanu Reaves), um bastante ingênuo advogado interiorano a quem o chefe sedutor, pouco a pouco, revela sua total ausência de senso moral. É claro que falta a Emílio Odebrecht a capacidade de interpretação. Aliás, essa falta agrava sua situação. Em momento algum tentou ele interpretar certo papel ou seguir determinado roteiro. Satisfez-se com se apresentar, tal como é, confiante e sorridente. O que o separa de John Milton, a sofisticada encarnação do demônio em O Advogado do Diabo? Apenas a distância que medeia entre a ficção e a realidade. Estamos, porém, diante da mesma potência maligna, da mesma capacidade de perverter e da mesma irrestrita falta de consciência. É ela que lhe permite afirmar perante a justiça e a nação, confortável perante os fatos, que lhe tomou bilhões, a riso largo e mão grande.
Era inevitável seu encontro com Lula. Nascidos um para o outro. Essencialmente diferentes e essencialmente semelhantes. Diferentes na forma, semelhantes no conteúdo. Daí reservar-lhe o mais gentil apelido - "Amigo". Daí a falta de cerimônia deste, tornando-o capaz de pedir à maior empreiteira do país para lhe reformar um pequeno sítio em Atibaia (algo como solicitar carona a um porta-aviões - "Me leva até ali e depois vai para lá"). Daí pagar fortunas por palestras para assegurar ao amigo uma vida de nababo. Daí as franquias com que o ex-presidente foi agraciado. Qualquer um dos dois poderia repetir, sem qualquer constrangimento, a frase atribuída a Homer Simpson - "A culpa é minha e eu a ponho em quem quiser".Não é o que ambos fazem?
________________________________
* Percival Puggina (72), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de Zero Hora e de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. integrante do grupo Pensar+.

"Os anjos da guarda que protegem os picaretas no Brasil trabalham duro. " / Guilherme Fiuza




A lista anestésica de Fachin


Só o PT, a sigla da alma mais honesta do planeta, sistematizou a corrupção nessa escala

GUILHERME FIUZA
17/04/2017 - 16h16 - Atualizado 17/04/2017 17h03


Os anjos da guarda que protegem os picaretas no Brasil trabalham duro. Veja o caso de Luiz Inácio da Silva. Trata-se sem dúvida de um brasileiro lambido pela sorte. As evidências criminais chovem sobre ele, mas sempre aparece alguém dizendo que a próxima será a gota d’água. Já há um oceano de gotas d’água no prontuário desse cidadão, e ele continua flanando à solta. Quando enfim surge a gota das gotas, aparece também o anjo dos anjos – Edson Fachin, o companheiro providencial.
Marcelo Odebrecht confirmou a Sergio Moro que a designação “amigo” nas planilhas de corrupção da empreiteira se referia ao tal Luiz Inácio, o “Lula”. Conforme se especulava há tempos, esse Lula, que inclusive presidiu o Brasil por um tempão, recebeu dezenas de milhões de reais em dinheiro vivo a título de propina pelo assalto ao Estado brasileiro, especialmente à Petrobras – R$ 40 milhões até onde a vista alcança, por enquanto. A Lava Jato já tem os detalhes de todo o organograma do assalto governamental – vamos repetir: governamental – da quadrilha petista, inclusive com as delinquências subsidiárias de Dilma, Palocci e Mantega, os afilhados do Brasil. Aí se deu o milagre.
Diretamente do reino das togas esvoaçantes – o mesmo de onde vinham os raios paralisantes contra o impeachment – desaba sobre o país a mística lista de Fachin. Contendo políticos de todos os principais partidos do país, devidamente premiados com autorizações de inquéritos, a lista consegue de imediato o efeito pretendido: a opinião pública (que Deus a tenha) conclui que todo mundo roubou, não só o PT. Alívio instantâneo para os autores do maior assalto da história da República.
O sistema de influências sobre as disputas eleitorais é gigantesco e cheio de distorções – e é claro que já apareceram os paladinos de um sistema puro, em que as diversas forças da sociedade não influenciariam o voto de ninguém. É a eleição do mundo da Lua. Na Terra, quem é influente pode e deve influenciar – seja uma empresa, seja um rostinho bonito da TV, seja o pipoqueiro da esquina.
Uma empreiteira gulosa pode apostar num candidato pilantra achando que vai ganhar dinheiro no mandato dele, assim como um cantor ignorante pode afiançar um candidato demagogo achando que vai ficar bem na foto. Duas formas de influência igualmente doentes e legítimas. O que se passou no Brasil foi que, no âmbito das empresas, disseminou-se a cultura da doação generalizada – contribuir com tudo quanto é campanha virou uma espécie de seguro de vida empresarial na gangorra da política. Houve até empresário (muitos) fazendo doação clandestina só porque não queria aparecer – e parecer estar num jogo de cartas marcadas. O caixa dois se espalhou de forma fútil. E hoje serve aos que querem misturar futilidade com criminalidade.
Qualquer desses candidatos apontados pela delação da Odebrecht como beneficiários de doações por fora deve ser investigado e punido. Mas aí se impõe a pergunta: quantos na lista de Fachin eram governantes vendendo o governo para empresas privadas? Políticos usando sua condição de mandatários para formar um fabuloso caixa partidário e pessoal a partir de propina – vamos repetir: propina – institucionalizada nas relações com o governo, muitas vezes fantasiada de doação legal ao partido?
Vamos responder a essas perguntas pela enésima vez, porque brasileiro não desiste nunca: só o PT, o Partido dos Trabalhadores, a sigla imaculada da alma mais honesta do planeta, sistematizou a corrupção dessa forma e nessa escala – construindo um duto dos cofres públicos para o caixa do partido e, sabe-se agora, também com ramal para os bolsos dos guerreiros do povo.
Uma pesquisa mostrou Cunha à frente de Dirceu como vilão da Lava Jato. Outra pergunta: qual dos dois ferrou mais a sua vida, caro leitor? Respondemos por você: com toda a gincana de corrupção atribuída a Cunha, quem arrebentou suas finanças foi o projeto de Dirceu e meliantes associados. A gangue de Lula (e mais ninguém) prostituiu a União.
A lista de Fachin, coincidentemente divulgada em cima da revelação crucial de Marcelo Odebrecht sobre o esquema, prova que anjo da guarda existe. Mas logo terá de passar o bastão ao santo padroeiro dos presidiários.



Aparece um projeto que determina o fim do horário eleitoral

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terça-feira, 25 de abril de 2017

segunda-feira, 24 de abril de 2017

sábado, 22 de abril de 2017

sexta-feira, 21 de abril de 2017

quinta-feira, 20 de abril de 2017

terça-feira, 18 de abril de 2017

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Estes caras merecm o título de médicos?

http://desacato.info/o-que-acontece-com-as-mulheres-que-denunciam-fotos-de-futuros-medicos-misoginos/

Hungria denuncia manobra de globalização de Soros que prejudica seu país

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domingo, 16 de abril de 2017

Últimas notícias do UOL

Opinião: articulação de FHC, Temer e Lula beira formação de quadrilha. Veja mais no UOL. Acesse: http://uol.com/bvj91H

"Formação de quadrilha", Elio Gaspari. ..

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'Força da Gravidade' ajuda João Doria ...

Delação dá força a Doria na corrida presidencial http://a.msn.com/r/2/BBzT9qv?m=pt-br&a=1

Hobby dos homens faz dezenas de mortos neste domingo na Síria

Número de mortos em atentado na Síria sobe para 126; ao menos 68 eram crianças http://a.msn.com/r/2/BBzUaX6?m=pt-br&a=1

Jovem pede para ser preso. ..

Jovem insiste em ir preso no interior de São Paulo http://a.msn.com/r/2/BBzTRAR?m=pt-br&a=1

Mais sacanagem contra a nação brasileira

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sábado, 15 de abril de 2017

Revelação mostra que era assalto. ..

http://g1.globo.com/politica/operacao-lava-jato/noticia/setor-de-propinas-da-odebrecht-movimentou-us-33-bilhoes-de-2006-a-2014-diz-delator.ghtml

Odebrecht pagava "pedagio" ...

http://g1.globo.com/politica/operacao-lava-jato/noticia/marcelo-odebrecht-diz-que-pagou-r-24-milhoes-via-caixa-2-para-quatro-partidos.ghtml

Constituinte ecclusiva ... !

http://g1.globo.com/politica/blog/blog-do-camarotti/post/ex-presidente-da-oab-propoe-constituinte-exclusiva.html

Lula e seu cartão de crédito ou seria de débito?

http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,de-jararaca-a-crocodilo,70001738239

Charge de Sponholz

https://4.bp.blogspot.com/-62uzGiFn8WY/WPAQF0ZxdFI/AAAAAAAAzvg/Zr3xTwfApcs1wsYgz4OzjAx5UQFmdjlLQCLcB/s1600/spon-lula-no-lombo-odebrecht.jpg

"No picadeiro" / J R Guzzo

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/j-r-guzzo-no-picadeiro  

Quando o cidadão ouve alguma figura pública brasileira dizer que prevaleceu o bom-senso, pode ter certeza de que estão lhe batendo a carteira 

terça-feira, 11 de abril de 2017

Londres, a capital europeia do Islão. ..

http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2017/04/londonistao-423-novas-mesquitas-500.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+BlogDoAluizioAmorim+(BLOG+DO+ALUIZIO+AMORIM)&m=1

domingo, 9 de abril de 2017

Charge de Sponholz no blog de Aluizio Amorim

Sponholz sabe das coisas 

"Lula e a lei"... Mary Zaidan

http://noblat.oglobo.globo.com/artigos/noticia/2017/04/lula-e-lei.html

Lula assustado (Foto: Arquivo Google)
Lula e a lei
POR MARY ZAIDAN



Roberto Pompeu de Toledo na coluna de Augusto Nunes / Veja

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/roberto-pompeu-de-toledo-hora-do-recreio/


"Nem o inimigo é dos bons... Carlos Brickmann na coluna de Augusto Nunes

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/nem-o-inimigo-e-dos-bons-e-outras-5-notas-de-carlos-brickmann/

“Nem o inimigo é dos bons” e outras 5 notas de Carlos Brickmann

Para Renan, é bom brigar com Temer: o Governo tem baixa popularidade, e talvez seja melhor, em Alagoas, dispor do apoio de Lula

Empresa de um salário mínimo de capital social compra organização hospitalar de 11 milhões e 500 mil reais. ..

http://www.jornalterceiravia.com.br/2017/04/09/quem-comprou-o-prontocardio/#.WOpZ7zkN7bg.whatsapp 

prontocardio

sábado, 8 de abril de 2017

"Inteligência que dá medo", Mary Zaidan no blog de Ricardo Noblat


POLÍTICA

Inteligência que dá medo

Medo (Foto: Arquivo Google)
Condenado a mais de 15 anos de cadeia, o ex-deputado Eduardo Cunha volta a assustar. Não porque tenha poder de fogo – é carta fora do baralho, teria dificuldades até mesmo para firmar um acordo de delação premiada --, mas pelo teor da sentença que o condenou. A peça confronta a sofisticação dos crimes cometidos com os avançados padrões de inteligência para rastreá-los, com indiscutível vitória da investigação.
A leitura da sentença é didática. Em 536 tópicos, 109 páginas, o juiz Sérgio Moro resume as investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, realizadas com apoio da Suíça, indicando cada um dos documentos comprobatórios da acusação.
A remessa para Cunha de dinheiro originário da compra, pela Petrobras, de um campo de exploração em Benin, na África, feita em parceria com uma empresa sem qualquer expertise no setor e muito menos fundos, e que não produziu uma única gota de óleo.  O cruzamento entre contas bancárias oficiais e não declaradas mantidas no exterior com cartões de crédito e de compras, de depoimentos, telefonemas, contas de terceiros citados pela defesa do ex-deputado, dados da Receita Federal. Tudo ali unido, pontos e pontas.
Provas fartas, difíceis de serem rebatidas. Desmoronamento de falsos álibis e das teses de nulidade pretendidas pela defesa, a maior parte delas, como Moro faz questão de citar, negada pelo então relator da Lava-Jato no Supremo, ministro Teori Zavascki, morto há pouco mais de dois meses.
A sentença mete medo porque não há acusação sem prova. Nem mesmo apoio na tese de domínio de fato, tão contestada na época do mensalão. Não se embasa em relatos de delatores (embora os use para corroborar os delitos), mas em documentos, extratos, assinaturas.
E como os investigadores e a origem dos delitos são os mesmos, fica claro que também será assim no Supremo para aqueles que gozam de privilégio de foro.
Ainda que já tivessem sido alertados para o requinte que as investigações adquiriram, políticos enrolados com a Lava-Jato aparentemente continuavam sem crer nisso. Especialmente os que passaram ao largo do mensalão, processo restrito à instâncias superiores, sem a montagem de uma equipe especial de primeiro grau para as apurações. Na época, também não se viu colaboração internacional do porte da que se tem hoje.
Tanto é assim que a roubalheira não cessou pós-mensalão. Como as penas mais severas recaíram para os operadores do esquema e não para os políticos, imaginava-se que mesmo diante de um escândalo de maiores proporções valeriam as regras da impunidade e da incapacidade de a investigação produzir provas.

"O Brasil no golpe venezuelano"... Ruy Fabiano

O Brasil no golpe venezuelano


Brasil e Venezuela (Foto: Arquivo Google)
A crise da Venezuela tem raízes brasileiras. Quando o Foro de São Paulo fez 15 anos, em 2005, Lula, então na presidência da República, gabou-se de estar na origem do advento de Hugo Chavez.
E estava. Ali o conheceu, no início das reuniões do Foro e engajou-se no processo político que o levou à presidência em 1998, com reeleições em 2000 e 2006. Só a deixou morto. Nicolas Maduro, seu sucessor, foi – e continua sendo - apoiado por Lula, Dilma e PT.
Hoje, esse apoio, é apenas simbólico, já que o PT está fora do poder. Mas, quando estava, foi bem mais amplo - ideológico, logístico e financeiro. Dinheiro público brasileiro bancou o projeto bolivariano chavista, um socialismo cucaracha, que serviria de substrato doutrinário à Pátria Grande, a união socialista do continente.
O BNDES financiou obras de infraestrutura e bancou campanhas eleitorais (e não só lá, mas nos demais países ideologicamente alinhados), com dinheiro roubado da Petrobras, intermediado por propinas veiculadas, entre outras, pela Odebrecht.
Quando a caixa preta do BNDES for, enfim, aberta, mais detalhes virão à tona. Presentemente, o TCU examina contratos irregulares daquele banco, para obras de infraestrutura a países bolivarianos, que montam a mais de R$ 1 trilhão.
Até os serviços de marketing político, que por aqui vendiam ilusões populistas, foram cedidos aos aliados. A Venezuela era uma espécie de laboratório do que se preparava para o Brasil, num segundo estágio do projeto petista, interrompido pelo impeachment.
As urnas eleitorais, aqui utilizadas, cuja vulnerabilidade a manipulações os especialistas atestam – e que põem sob suspeita a reeleição de Dilma -, vieram da Venezuela. Foram rejeitadas em países como os Estados Unidos e Alemanha, mas por aqui foram – e continuam sendo – elogiadas pela Justiça Eleitoral.

Frase do dia no blog de Ricardo Noblat / Gilmar Mendes

FRASE DO DIA
Se não houver interrupção neste processo (aumento da corrupção no Estado), o Brasil será amanhã o grande Rio de Janeiro.

GILMAR MENDES

MINISTRO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

A Impunidade tem relação direta com os assassinatos. ..

http://noticiaurbana.com.br/campos-e-a-19a-cidade-mais-violenta-do-mundo-diz-ranking-internacional/

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Lançamento de nova versão da base curricular para ensino infantil gera desconforto intelectual...

http://g1.globo.com/educacao/noticia/3-versao-da-base-curricular-para-ensino-infantil-e-fundamental-e-apresentada-conselho-vai-avaliar.ghtml#G1-FEED-SMART-item-sel-5,editorial,21825920048

terça-feira, 4 de abril de 2017

Mais do hobby dos homens. ..

https://www.google.com.br/amp/www.telegraph.co.uk/news/2017/04/03/saintpetersburg-bombing-casualties-explosion-metro-train/amp/

sexta-feira, 31 de março de 2017

Frases ... / Sergio Moro no blog de Ricardo Noblat


FRASE DO DIA

A responsabilidade de um parlamentar federal é enorme e, por conseguinte, também a sua culpabilidade quando pratica crimes. Não pode haver ofensa mais grave do que a daquele que trai o mandato parlamentar e a sagrada confiança que o povo nele depositou para obter ganho próprio.


SÉRGIO MORO

NA SENTENÇA EM QUE CONDENOU EDUARDO CUNHA A 15 ANOS DE PRISÃO

quarta-feira, 29 de março de 2017

Medo, um protagonista que serve a todas as ideologias

http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2017/03/a-nefasta-acao-esquerdista-podera.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+BlogDoAluizioAmorim+(BLOG+DO+ALUIZIO+AMORIM)&m=1

Mais daquilo que todos desconfiavam

https://news.google.com.br/news/amp?caurl=http%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fmato-grosso-do-sul%2Fnoticia%2F2017%2F03%2Ftraficantes-de-6-estados-sao-alvos-da-pf-e-tem-r-75-bilhoes-sequestrados.amp#pt0-743851

Síndrome de política econômica "polianesca" chega aos tribunais da Razão. A Caixa Econômica poderá fechar 120 agências

https://news.google.com.br/news/amp?caurl=http%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fgoogle%2Famp%2Fg1.globo.com%2Feconomia%2Fnegocios%2Fnoticia%2Fcaixa-economica-podera-fechar-ate-120-agencias-em-2017-diz-presidente.ghtml#pt0-69916

Caixa Econômica poderá fechar até 120 agências em 2017, diz presidente

Alternativas são fechamento, fusão, diminuição da estrutura ou remanejamento para outro local. Demissão voluntária deve ter adesão de 5.000 funcionários.


Agência da Caixa Econômica Federal no centro do Rio de Janeiro.  (Foto: REUTERS/Pilar Olivares/File)Agência da Caixa Econômica Federal no centro do Rio de Janeiro.  (Foto: REUTERS/Pilar Olivares/File)
Agência da Caixa Econômica Federal no centro do Rio de Janeiro. (Foto: REUTERS/Pilar Olivares/File)
A Caixa Econômica Federal informou nesta terça-feira (28) que cerca de 100 a 120 unidades deficitárias passarão por uma "intervenção" neste ano. Durante entrevista coletiva em São Paulo, o presidente da instituição, Gilberto Occhi, disse que as alternativas são fechamento, fusão, diminuição de estrutura ou remanejamento para outro local.
Essa intervenção vai acontecer "tão logo tenhamos a finalização do processo de demissão voluntária (PDV)", disse Occhi. Ele calcula a adesão de 5 mil funcionários. ⁠⁠⁠ De acordo com Marcos Jacinto, vice-presidente de Gestão de Pessoas, a economia com o PDV é estimada em R$ 975 milhões.
Além disso, a Caixa está recorrendo na Justiça sobre a convocação de 2 mil aprovados em concursos públicos, segundo Jacinto.
De acordo com Occhi , haverá ainda a reestruturação das áreas da Caixa, com a participação das vice-presidências no processo.
De acordo com o presidente do banco, não faz parte dos planos da Caixa qualquer venda de ativos. "O foco do banco é melhorar a eficiência reduzindo as despesas", ressalta Occhi.
Presidente da Caixa Gilberto Occhi, durante coletiva de imprensa de apresentação do balanço de 2016. (Foto: Marta Cavalini/G1)Presidente da Caixa Gilberto Occhi, durante coletiva de imprensa de apresentação do balanço de 2016. (Foto: Marta Cavalini/G1)
Presidente da Caixa Gilberto Occhi, durante coletiva de imprensa de apresentação do balanço de 2016. (Foto: Marta Cavalini/G1)
Em todo o país, a Caixa afirma ter 4,2 mil agências e postos de atendimento.
Occhi lembrou que a Caixa teve um crescimento exponencial depois de 2010, com a abertura de novas agências - o salto foi de 2.300 para 4 mil unidades no país. "Tomou-se a decisão de ir para o mercado e abrir novas agências. A Caixa se expandiu no mercado de crédito pois havia demanda", afirma. Segundo ele, esse cenário mudou e o que o banco busca é a eficiência em suas operações.

Lucro menor

A Caixa Econômica anunciou mais cedo ter registrado um lucro líquido de R$ 4,1 bilhões em 2016. No ano anterior, os ganhos haviam chegado a R$ 7,2 bilhões. A queda é de 43% de um ano para o outro. Só no quarto trimestre de 2016, o banco teve lucro líquido de R$ 691 milhões.
O índice de inadimplência encerrou dezembro em 2,88%, um recuo de 0,7 ponto percentual em 12 meses. De acordo com o bano, no ano, as despesas de provisão para devedores duvidosos chegaram a R$ 20,1 bilhões, um crescimento de 2,3% em relação ao mesmo período de 2015.
Em 2016, o saldo da carteira de crédito ampla cresce 4,4%, chegando a R$ 709,3 bilhões. Segundo a Caixa, o crescimento das operações de habitação, saneamento e infraestrutura e crédito consignado, que possuem baixo risco, foram os principais responsáveis para o aumento da carteira. No final do ano, a Caixa possuía R$ 2,1 trilhões em ativos administrados, com destaque para seus ativos próprios (R$ 1,3 trilhão).

Mais fechamentos

Em novembro do ano passado, o Banco do Brasil também anunciou um conjunto de medidas de reorganização institucional, que previa o fechamento de agências e um plano de extraordinário de aposentadoria incentivada. OBanco do Brasil conseguiu que mais de 7.000 funcionários aderissem ao plano de aposentadoria.

Habitação

A Caixa poderá reestruturar a taxa de financiamento com a queda da taxa básica de juros Selic. O banco prevê a retomada de demanda imobiliária com maior captação da poupança.
A Caixa tem orçamento preliminar de R$ 80,8 bilhões para habitação este ano, mas que pode ser aumentado dependendo de decisão do Conselho Curador do FGTS. No ano passado foi de R$ 90 bilhões, sendo que foram usados R$ 81,8 bilhões, garantindo 620 mil unidades contratadas em 2016, de acordo com Nelson Antônio de Souza, vice-presidente de Habitação da Caixa.
Segundo Occhi, independente dos saques do FGTS e da alteração das linhas de crédito no programa Minha Casa Minha Vida, o FGTS tem funding (recursos) suficiente para atender a todas as demandas.
Ele diz que com a redução da taxa Selic para 12,25%, a retomada da captação líquida da poupança poderá alavancar as operações de crédito no setor.
"Com redução da taxa Selic há retomada da captação líquida da poupança e a Caixa pode reestruturar uma nova taxa de juros, mas aguardamos como o reflexo da taxa Selic poderá impactar na captação líquida da poupança", diz.
Segundo Occhi, a Caixa tem 67% do crédito do mercado imobiliário brasileiro, e ele prevê que o mercado de crédito terá uma retomada pela demanda como consequência do aumento dos depósitos da poupança.
Em São Paulo, segundo Occhi, haverá uma série de investimentos em parceria para crédito habitacional. Entre as iniciativas está a comercialização das unidades financiadas pelos corretores e o banco fazendo o pagamento da taxa de corretagem. Além disso, a Caixa não estuda o aumento da cota de financiamento, mas melhores taxas para financiamento.
Cerca de 24 mil unidades que foram retomadas poderão ser vendidas de forma direta pelos corretores no país, após passarem por leilões da Caixa, segundo Souza.

Recessão

Durante entrevista coletiva em São Paulo para falar do balanço, Arno Meyer, vice-presidente de Finanças e Controladoria da Caixa, informou que a queda de 43% no lucro líquido de 2015 para 2016 foi em virtude da recessão econômica.
Segundo Gilberto Occhi, o banco não trabalha com a hipótese de recorrer a aporte de capital de seu controlador, que é o governo federal. “Se pudesse antecipar, 2017 com certeza seria melhor que 2016. Estamos na direção correta na busca da melhor eficiência e melhores resultados”, disse o presidente do banco.
Occhi informou que o objetivo para os próximos períodos continua sendo reforçar a melhoria da eficiência e sustentabilidade com o melhor uso do capital nas operações de crédito para ter uma carteira mais qualificada. “A força motriz da Caixa é o crédito”, disse.
De acordo com Arno Meyer, 52% da receita da Caixa vem das operações de crédito. Dos ativos administrados, a maior parte da receita vem do FGTS. E a principal fonte de recursos é a poupança, seguida de empréstimos e repasses e do FGTS. “A redução da taxa Selic não afeta esses recursos”, disse Meyer.
O índice de inadimplência de 2,88% é o menor do mercado, segundo Meyer, devido à carteira de crédito de baixo risco.
A receita de operação de crédito da Caixa vem principalmente da carteira de habitação e comerciais.
Segundo Meyer, o lucro é a menor fonte de capital de uma instituição. “O desafio do banco é aumentar a rentabilidade e fortalecer a estrutura de capital”, disse.