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sábado, 8 de março de 2014

Leve sua esposa, namorada, amante, companheira à um destes locais de sonho hoje, Dia Internacional da Mulher !

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/feira-livre/hoteis-que-parecem-saidos-de-um-sonho/#more-822372

08/03/2014
 às 8:03 \ Feira Livre


Hotéis que parecem saídos de um sonho

Neste fim de semana, a coluna convida o leitor a conhecer 20 deslumbramentos que parecem ter saído de um sonho.
05-maldivas
As suítes do Conrad Rangali Island Resort, nas Maldivas, ficam completamente submersas, oferecendo ao hóspede a chance de, sem sair da cama, contemplar tubarões, baleias, tartarugas e golfinhos.
01-veneza03
Construído em 1475, o Gritti Palace, em Veneza, serve o café da manhã às margens do Grande Canal.
02-Austria
Com 6.400 metros de altitude e cercado por pistas de ski, o resort Aqua Dome, na Áustria, conta com um spa de luxo com água quente extraída diretamente de uma fonte termal subterrânea.
03-jamaica
O Caves Resort, na Jamaica, transformou penhascos de calcário em luxuosas suítes com vista para o Oceano Atlântico.
04-africadosul
Viajantes aventureiros devem fazer uma escala no Lion Sands, localizado numa reserva natural da África do Sul que abriga leões e elefantes.
06-finlandia3
Incontáveis turista procuram o Hotel Kakslauttanen, na Finlândia, atraídos pela visão privilegiada da aurora boreal.
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Com mais de 800 anos de história, o Ashford Castle Hotel, na Irlanda, já recebeu celebridades como o Rei George V e o Príncipe Edward.
08-tailandia3
O Anantara Golden Triangle Elephant Camp and Resort, na Tailândia, tem até elefantes à disposição dos hóspedes.
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O Giraffe Manor, no Quênia, fica numa área florestal de 140 hectares, lar de das girafas Rothschild, que estão em extinção.
10-santalucia3
As janelas das suítes do Jade Mountain, em Santa Lúcia, parecem quadros com desenhos inspirados no mar do Caribe.
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Para driblar a geografia que dificulta o acesso ao local, o Viceroy Hotel, em Bali, transporta clientes a bordo de um helicóptero.
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Os turistas chegam de teleférico ao Aescher, na Suíça.

Críticas de venezuelanos contrários ao governo de Maduro à posição diplomática do Brasil circulam na Internet

sábado, março 08, 2014


LULA E DILMA DÃO APOIO AO MASSACRE DO POVO DA VENEZUELA DESFERIDO PELA DITADURA COMUNISTA DE NICOLÁS MADURO

Cartaz veiculado pelas redes sociais a partir da Venezuela
O governo do Lula, da Dilma e seus sequazes, como não poderia deixar de ser, continua apoiando a ditadura comunista assassina da Venezuela. Não está nem aí para o assassinato de 20 cidadãos venezuelanos e cerca de 300 feridos graves na esteira da rebelião popular contra o tiranete Nicolás Maduro. DA mesma forma faz qe não vê a prisão completamente ilegal do líder oposicionista Leopoldo López, lançado num calabouço da polícia política da ditadura castro-comunista onde permanece há 18 dias sofrendo tortura psicológica. 

Na quinta-feira, um grupo de manifestantes promoveu um protesto em frente da embaixada brasileira em Caracas, cobrando do governo brasileiro uma posição em defesa, pelo menos, dos direitos humanos pisoteados pelo verdugo de Miraflores. Claro, o povo Venezuelano sabe de que lado está o governo comunista do PT. Foi um ato político para mostrar ao mundo que o Brasil, sob Lula, Dilma e seus sequazes é mais uma ditadura bananeira latino-americana.

Nas redes sociais circulam charges e cartazes, como o que ilustra este post, denunciando o governo da Dilma que, para vergonha dos brasileiros democratas, honestos e trabalhadores, apóia o crime de lesa-humanidade perpetrado por Nicolás Maduro e seus esbirros sob as ordens dos assassinos Fidel e Raúl Castro.

Acresce a este fato, e isso precisa ser dito, que o povo venezuelano não só está abandonado pela comunidade internacional, mas também pelos partidos oposicionistas do Brasil e nos demais países latino-americanos sob o comando do Foro de São Paulo, a entidade transnacional fundada por Lula e Fidel Castro em 1990 e comandada pelo PT.

A rigor, depois que Fidel Castro sofreu um derrame cerebral violento e Hugo Chávez desceu ao inferno, é Lula, na verdade, o comandante geral do Foro de São Paulo. Lula é o chefe geral do comunismo latino-americano. Bem entendido aí, comunismo para o povo e as delícias do capitalismo para a corriola, na qual se incluem os boçais mega empresários brasileiros que no século XXI continuam operando fábricas de estopas e ferrarias. Esses semoventes viram o comunismo do século XXI como um maná caídos dos céus. Atitudes como essa geraram as monstruosidades nazistas, comunistas e fascistas. Todas verso e anverso da mesma medalha.

Entretanto, ao sentir cheiro de carne queimada, em vez de ir à Venezuela, Lula foi a Cuba nos dias que antecederam ao festim macabro em Caracas, quando os comunistas festejaram em torno da urna mortuária de Chávez que, como todos sabem, ou fingem não saber, se encontra vazia e os restos mortais do caudilho evaporaram em Havana. Não há até hoje uma só fotografia do defunto no caixão.

A única boa notícia em meio a todo esse inferno, é que Lula desta vez não foi chamado para presidir o diálogo de paz entre a Rússia e a Ucrânia e, como era de se esperar, seu nome foi zelosamente ignorado pela ditadura venezuelana. Da mesma forma, o ex-falastrão foge da imprensa como o diabo foge da cruz. Alguns porta-vozes tratam de alimentar a imprensa com o que pensa e fala Lula. E não encontram dificuldades para plantar essas matérias na grande mídia cujas redações são dominadas pelos esbirros do PT.

Para concluir esta minha rápida análise dos acontecimentos, transcrevo matéria veiculada no site do jornal O Globo, informando o que já se esperava. O governo da Dilma enviou à reunião da OEA um diplomata de segunda classe para votar contra o envio de missão da OEA à Venezuela. Leiam:

"O Itamaraty informou nesta sexta-feira que o Brasil votou contra o envio de uma missão de observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA) à Venezuela, bem como se opôs à realização de uma reunião de chanceleres dos países que compõem a OEA para tratar especificamente da situação venezuelana.
Segundo o Itamaraty, a posição do governo brasileiro é que seria prematuro adotar qualquer uma das propostas neste momento, pois isso só serviria para acirrar tensões na Venezuela.
As duas propostas foram levantadas durante reunião extraordinária da OEA que se realiza desde quinta-feira, em Washington, na sede da entidade. Ambas foram rejeitadas. A reunião ainda está em andamento. O representante interino do Brasil na OEA é o ministro de segunda classe Breno Dias da Costa."
Conclusão: até o vetusto e outrora prestigiado Itamaraty se tornou, ao lado do Supremo Tribunal Federal, um aparelho do Foro de São Paulo. 
Falta pouco para que o Brasil se torne uma nova Venezuela, enquanto a oposição pisa nos astros distraída. Faz que não vê. Quando muito o velho FHC subscreve nota emitida por notáveis latino-americanos falando em diálogo de paz na Venezuela.
Ora, falar em paz com comunistas é, no mínimo, uma piada. Ainda que de mau gosto.
No Brasil é assim. Tudo é carnavalizado, mesmo que se esteja na quaresma.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Estátua do deus Apolo pode ter 2.500 anos e deve valer 500 mil dólares foi descoberta na Faixa de Gaza

Enviado por Daniela Kresch - 
2.3.2014
 | 
20h40m

Palestinos de Gaza pedem ajuda para avaliar estátua misteriosa


Uma enigmática estátua de bronze do deus grego Apolo está confundindo os palestinos da Faixa de Gaza. A estátua misteriosa, que teria 2,5 mil anos de idade, pesa incríveis 450 quilos e mede 1,7 metros. Alguns palestinos estimam que possa valer, no mínimo, US$ 500 mil.  

Mas como os moradores de Gaza não têm certeza disso, estão fazendo um apelo internacional para descobrir de onde veio a peça, sua história e quanto ela realmente vale.

A estátua foi descoberta por pescadores na costa de Gaza há alguns meses. Chegou a ser “sequestrada” por grupos armados e colocada para vender no site de vendas online eBay, mas o governo do grupo islâmico Hamas a resgatou. Desde então, autoridades tentam identifica-la. 

O apelo do Hamas esbarra, no entanto, em questões diplomáticas. O governo do grupo – considerado terrorista pelos Estados Unidos, por Israel e pela União Europeia – não é reconhecido internacionalmente. Mas o Hamas, que controla Gaza desde 2007, quando que expulsou a liderança moderada da Autoridade Palestina do território, tem esperanças de que o mistério arqueológico, no entanto, mude essa realidade.

-- A estátua pode ser emprestada para museus conhecidos na França e na Inglaterra, o que levaria a contatos entre o governo de Gaza e outros governos – disse o vice-ministro do Turismo de Gaza, Mohammed Khalla.

Origens, heranças, árvores genealógicas, falsificações de documentos, histórias, verdades, mentiras tudo junto e misturado por 3 escritores ukrainianos que explicam a origem da Ukrânia


Vista parcial de Kyiv - Capital da Ucrânia


QUINTA-FEIRA, 6 DE MARÇO DE 2014


MOSCOVITAS: USURPADORES HISTÓRICOS

MOSCOVITAS: NÃO SÃO 'RUSKIYE' E NÃO SÃO ESLAVOS(TRÍPTICO)*

Autores: Stepan Diativskyi, Sviatoslav Semeniuk, Pavlo Shtepa

* Tríptico - uma coleção de artigos de três autores ukrainianos de diferentes gerações, projetados de forma simples e concisa para dar ao público os materiais reais para desmascarar o mito da origem dos russos e expor os historiadores-falsificadores russos.
E, mais uma vez provar que os russos nunca foram "irmãos" dos ukrainianos, muito menos "senior"; e que eles não tem nada a ver com os povos eslavos e, em particular auto apropriaram-se do nome "ruskiye", que vem do primeiro nome do Estado ukrainiano Kyivska Rus, (primeiro nome da Ukraina) à qual os antigos russos nunca pertenceram.

PRÓLOGO
"No pântano sangrento da escravidão russa, não na severa glória da era Norman está o berço da Rússia. Alterando nomes e datas, veremos que a política de Ivan III e a política do atual império moscovita não é simplesmente parecida mas idêntica.  
A Rússia foi gerada e criada na disforme e humilhada escola da escravidão mongol. Forte ela tornou-se porque, no ofício da escravidão ela mostrou habilidade superior. Mesmo quando a Rússia se tornou independente, ela continuou a ser país de escravos. Petró I (Pedro I) combinou astúcia política do escravo mongol com a grandeza do governante mongol, ao qual Genghis Khan profetizou subjugar o mundo...
Política russa - permanece inalterada. Métodos e táticas mudaram e mudam, mas a principal estrela da política russa - subjugar o mundo e governá-lo - é e será imutável. O pan-eslavismo de Moscou - é apenas uma das formas da conquista moscovita."

PAÍS MOKSEL OU MOSCÓVIA
Sob este título no fórum do livro em Lviv (Ukraina), em 2008, aconteceu a apresentação do livro (em dois volumes) de Volodymyr Bilinski [Romance de Pesquisa. - K: Editora Olena Teliha, 2008. Livro 1 - 376 pag, Livro 2 - 318 pag.]
O livro informa fatos provenientes de fontes históricas (principalmente russos), que testemunham a verdadeira história do Império Russo e não em aspecto distorcido. O império russo criou e sacramentalmente guardou e guarda a sua história mitológica que foi radicalmente distorcida e subordinada à finalidade do invasor.
Esta mitologia histórica poderia ser desconsiderada, se ela não prejudicasse os interesses fundamentais da Ukraina - sua história, língua e literatura.

PARA O QUÊ A RÚSSIA [MOSCOVIA] APROPRIOU-SE DA HISTÓRIA DA KYIVSKA RUS
Criando o grande império russo, a elite de Moscou sabia, que sem um grande passado era impossível criar uma grande nação. Era necessário embelezar o passado, até mesmo apropriar-se do alheio.
Para esta finalidade os czares de Moscou, começando por Ivan IV, o Terrível (1533-1584) foi dada a tarefa de apropriar-se da história da Kyivska Rus e criar a mitologia do império russo. A maior parte neste sentido foi feito pela czarina Catarina II (1762-1796), a qual não aceitava a idéia de que na família czarista ela poderia estar entre a nobreza comum tártaro-mongol.
Com o decreto de 4 de dezembro de 1783 Catarina II criou uma comissão constituída por 10 "eminentes" historiadores para "montagem de notas sobre a história antiga, preferencialmente russa" sob a direção da própria Catarina II e do conde Shuvalov. A comissão trabalhou 10 anos. Em 1792 a "história materna" foi lançada ao mundo. No decorrer dos trabalhos foram reunidos e transcritos todos os anais antigos, os originais - destruídos. O resultado foi totalmente reescrito, no interesse da história russa, sem salvar nenhum original destes antigos anais.
Assim a história da Kyivska Rus tornou-se, descaradamente, a base da história do império russo. Durante séculos, principalmente desde o início do século XVI, introduziam e introduzem nas cabeças das pessoas que o Estado Russo e a nação russa tiveram início a partir do Grão-Ducado de Kyiv. Não há dúvida que isto é invenção e falsificação em favor do Império Russo. Pois sabe-se que:
1. Na época da existência do Estado Kyivska Rus, sobre o Estado da Moscóvia não havia nem menção. Sabe-se que Moscóvia como "ulus" (povoamento temporário de nômades) da Horda de Ouro foi fundado pelo khan Meng-Timur somente em 1277.
2. Não há nenhuma evidência sobre a relação da Kyivska Rus com a etnia finlandesa do século XI e posteriormente do Principado de Moscou com os principados nas terras da Kyivska Rus até o século XVI. Naquele tempo, quando em 988 aconteceu o Batismo do Estado da Kyivska Rus, as tribos finlandesas da terra Moksel estavam ainda em um estado semi-selvagem. 
Afim de preservar o roubado e atribuir aos assim chamados "veleko-russos" (grandes russos) a história da Kyivska Rus era necessária, em primeiro lugar estrangular a nação ukrainiana, encurralá-la na rígida escravidão, tirar-lhe o seu idioma, cultura, o próprio nome ou, simplesmente, destruí-la. Pelo menor desvio do oficioso perseguiam as pessoas, colocavam nas prisões e campos de concentração, deportavam para Sibéria ou simplesmente destruíam fisicamente.
O período soviético foi o mais cruel. Durante este período, a Ukraina perdeu mais de 25 milhões de seus filhos, que morreram sistematicamente de fome (houve três períodos de fome: 1921-1923; 1932-1933; 1946-1947) nos Gulags, degredos e prisões.
Assim o "irmão maior' nos cruéis "abraços do amor" mantinha o "irmão menor".

Quem é ele no aspecto histórico este "irmão maior?"

Capa de Veja online às 17 horas e 44 minutos de 07/03/2014