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sábado, 17 de agosto de 2013

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Confira o Tweet de @andretrig: https://twitter.com/andretrig/status/368773815603449856

Senado tem despesas curiosas... // Contas abertas

18/08/2013

Carrinho de compras: Senado gasta R$ 176,6 mil com eletrodomésticos

Walquíria Cassiano
Do Contas Abertas
Para equipar os restaurantes da nova praça de alimentação do Senado Federal, a Casa empenhou cerca de R$ 176,6 mil em eletrodomésticos na última semana. As compras servirão para os restaurantes “Escola dos Senadores” e “Escola de Massas e Risotos” da nova praça de alimentação do órgão. Os restaurantes serão administrados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac/DF).
Só no congelador elétrico o Senado empenhou R$ 77,9 mil. A máquina tem capacidade de 100 kg por ciclos personalizáveis. Entre os itens comprados para os restaurantes está também uma máquina embaladora a vácuo, da marca Jetvac, adquirida pela bagatela de R$ 39,4 mil. O aparelho é todo em inox e tem painel digital, 15 tipos de programação e uma bomba de vácuo que opera de 100 a 360m3/h.
Com a grande demanda dos restaurantes, máquinas para lavar a louça são extremamente necessárias. O Senado também acha, por isso adquiriu duas. Uma industrial pelo valor de R$ 7 mil, com capacidade de gaveta de 18 pratos, 36 copos de 7,5 cm de diâmetro ou 160 talheres, e outra por R$ 13,6 mil, com capacidade para 18 pratos de 27 cm de diâmetro, 9 bandejas lisas ou estampadas, 160 talheres e 36 copos.
A Casa também empenhou um triturador semi-industrial de pia no valor de R$ 1,6 mil, uma centrífuga automática extratora de sucos com potência de 700 W por R$ 3,5 mil e duas “misturadeiras de alimentos”, ou mixer, por R$ 1,9 mil cada uma. Dois processadores com dupla função Cutter e picador de legumes por R$ 19,8 mil também estão na lista. A compra para os restaurantes inclui ainda duas máquinas de gelo por R$ 10 mil.
O Senado empenhou também R$ 2 mil em três toalhas para mesa. O mais curioso é a aquisição de dois guardanapos de pano no valor de R$ 420,00 cada. O Contas Abertas questionou o órgão sobre o assunto, mas até o fechamento do carrinho de compras desta semana, não obteve resposta.
Além disso, mais um contrato de locação de veículos foi fechado para este ano. Dessa vez o Senado empenhou R$ 548,1 mil somente para veículos – sem motorista e sem combustível –, a serem utilizados no deslocamento dos parlamentares no Distrito Federal no período de 19 de setembro a 31 de dezembro. É o terceiro contrato do ano com empresas que prestam esse tipo de serviço. Com o valor, a Casa poderia adquirir 18 carros populares de R$ 30 mil.
Já a Câmara dos Deputados, preocupada com o paisagismo da residência oficial, empenhou R$ 4,2 mil em plantas. Foram cinco mudas de bougainvillea glabra com o valor de R$ 80,00 cada, e 150 unidades da espécie ficus benjamina a R$ 25,00 cada.
Confira aqui as notas de empenho da semana
*Vale ressaltar que, a princípio, não existe nenhuma ilegalidade nem irregularidade neste tipo de gasto feito pela União e que o eventual cancelamento de tais empenhos certamente não ajudaria, por exemplo, na manutenção do superávit do governo ou em uma redução significativa de despesas. A intenção de publicar essas aquisições é popularizar a discussão em torno dos gastos públicos junto ao cidadão comum, no intuito de aumentar a transparência e o controle social, além de mostrar que a Administração Pública também possui, além de contas complexas, despesas curiosas.
http://condominiodeideias.blogspot.com/2013/08/nova-web-tv-foca-programacao-em.html

Segredo do passado

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2013-08-16/cia-localiza-no-mapa-ultrassecreta-area-51-alvo-de-teorias-sobre-ovnis-e-ets.html

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Um recheio de Filosofia nas manifestações e passeatas ...

Manifestações e passeatas

15 de agosto de 2013 
Autor: Roberto DaMatta
pequeno normal grande
Roberto DaMatta
O repórter fuzilou: professor, como explicar essas manifestações?
Não é fácil ser professor e cronista. O papel de cronista leva para uma querida reclusão, para uma ampla liberdade interior. O de professor tem uma face inevitavelmente resignada, coercitiva e pública. O resultado é que o meu pobre eu, que melhor do que ninguém entende a sua imensa ignorância, brigava com o meu senso de responsabilidade pública. Esta, queria colaborar; aquele, conhecedor dos seus limites, só queria dizer o que ninguém disse: que eu não sei, que ninguém sabe ou sabia…
Que falar do mundo é um palpitar de ignorâncias e aproximações. Que o futuro a Deus pertence e que o futuro, como ensinava Santo Agostinho, é o presente prolongado. A Certeza, essa deusa em cujo altar depositamos flores (e grana), é tão difícil quanto a Verdade. A “notícia” é justamente o imprevisto que desmancha planos e, supomos, aponta caminhos. A vida é cheia de surpresas. Projetos perfeitos para melhorar o Brasil produziram efeitos contraditórios. A esquerda, como disse o próprio Lula, não estava velha? E a popularidade de Dilma não subiu? E os fatos envolvendo o PSDB? Afinal é tudo farinha do mesmo saco?
Nossas ações têm consequências imprevistas. O bem pode gerar o mal e até mesmo a má-fé pode engendrar o bem. Aliás, o ditado — há males que vêm para o bem — diz muito quando é lido pelo avesso: há bens que vêm para o mal. Tudo o que fazemos, leitores, deixa rastro por mais calculistas, delicados ou cautelosos que possamos ser.
Então, professor, como explicar o atual momento? Pensei imediatamente na dificuldade que tem o pensamento moderno (que privilegia o indivíduo) para entender algum movimento coletivo (no qual o ator é uma coletividade). A soma não nos intriga, mas a interligação nos deixa apalermados. Curioso como a tecnologia traz de volta o mundo como um todo. Agora mesmo, Obama discute um modo de disciplinar a espionagem global que, do ponto de vista dos Estados Unidos, faz parte de sua patriótica defesa. Uma tecnologia específica nos obriga a tomar consciência de suas implicações abusivas e relembra a totalidade da qual somos parte.
Lembrei-me do Lévi-Strauss de “Tristes Trópicos” (de 1955), quando, com aquela sua excepcional visão distanciada que transforma tudo o que é atual e presente em algo minúsculo e relativo, afirma que todo avanço tecnológico implica num óbvio ganho, mas igualmente numa perda. Freud adverte em 1930, em “O mal-estar na civilização”, como é um engano pensar que o poder sobre natureza — esse apanágio de nossa “civilização” — seja visto como o centro da felicidade. Falamos com um filho que está em outra cidade pelo telefone, ou lemos a mensagem de um amigo querido que fez uma longa viajem. Curamos igualmente muitas doenças e prolongamos a vida. Mas isso não prova um estado permanente de felicidade. Muito pelo contrário, tais exemplos não seriam a prova de um “prazer barato”? Como numa noite fria pôr a perna de fora do cobertor e depois cobri-la novamente? Porque, acrescenta Freud, se jamais tivéssemos saído da aldeia, nossos filhos e amigos estariam ao nosso lado e toda essa tecnologia seria inútil. Ademais, complementa, “de que nos vale uma vida mais longa, se ela for penosa, pobre em alegrias e tão plena de dores que só poderemos saudar a morte como uma redenção?”
Uma tecnologia específica nos obriga a tomar consciência de suas implicações abusivas e relembra a totalidade da qual somos parte
Em seguida a essas observações realistas (e proféticas), mais do que pessimistas como o próprio Freud as classifica, ele chega a um ponto essencial: não temos o direito de considerar que um estado subjetivo, como a nossa felicidade, seja imposto a outras pessoas, épocas e coletividades. Mudar de ponto de vista e relativizar é uma sabedoria e uma cambalhota.
O controle da natureza não justifica o controle sobre outras formas de vida.
Sou visitado por minhas netas, jovens, animadas, lindas como uma praia de janeiro e cada qual abastecida de um celular. Amorosas, elas conversam com o avô, mas nenhuma deixa de teclar o seu aparelho, que é mais uma prótese a provar a nossa sempre carente humanidade. Contador inveterado de histórias, lembro de um evento ocorrido quando era menino e vi meu pai feliz tirando de sua pasta maços de dinheiro cheiroso — uma bolada! — a qual correspondia a um aumento de salário pago retroativamente. Somos reativos: só agimos depois das tragédias e dos escândalos; mas somos também retroativos porque, dependendo da categoria e da pessoa, o “governo” paga direitos passados. O “legal” é tão generoso como um beijo na boca…
Logo percebi que as netas ouviam pela metade. Claro: cada uma delas estava enredada, falando ao mesmo tempo com outras pessoas as quais eram muito mais (ou tão reais) quanto eu com meu corpo e minhas fábulas infelizmente permanentes.
Entendi que minhas netas não estavam sós. Cada qual era uma multidão. Uma delas, inclusive, manifestou que contava o que eu contava para mais dez amigas — na hora e no ato. Eu pensei estar num encontro de família e estava, sem sair de casa, numa passeata.
Fonte: O Globo, 14/08/2013

Ideias das manifestações do Brasil estão sendo sequestradas por extremistas?


¿Están siendo secuestradas las manifestaciones de protesta de Brasil?

Las manifestaciones han empezado a ser dominado por grupos extremistas que predican una estética de la violencia

Manifestantes prenden fuego a la registradora de un autobús este miércoles en Sao Paulo. /SEBASTIÃO MOREIRA (EFE)
Sobre las manifestaciones callejeras de protesta de Brasil empieza a cernirse un grave peligro: el de ser secuestradas por grupos ideológicos violentos tanto de extrema izquierda como de extrema derecha, con una demonización de las fuerzas del orden y una puesta en cuestión de valores democráticos que deberían ser preservados a todas costas. También han empezado a aparecer las banderas de los partidos y sindicatos a los que la sociedad les estaba pidiendo cuentas.
Lo que había comenzado como la esperanza de un despertar de la gente para exigir de las instituciones políticas menor corrupción y mejores servicios públicos y, en definitiva, una democracia más amplia y participada a través de las nuevas redes de información, ha empezado a ser dominado por una serie de grupos extremistas que predican una cierta estética de la violencia contra el capitalismo clásico que acaba desembocando en anarquía, colocando en riesgo valores que deben ser sagrados para cualquier democracia moderna.
“Brasil no es Egipto, ni siquiera Turquía. Vivimos en una democracia política plena, con amplio derecho de organización y manifestación”, alerta Reinaldo Azevedo en su blog, que fue el primero en poner en guardia sobre el peligro de que las manifestaciones pudieran ser secuestradas por el extremismo violento de izquierdas al servicio de intereses oscuros al margen de los deseos de una regeneración de la política y de la democracia.
“Si los políticos son lamentables; si los servicios públicos son insuficientes, si la corrupción es insoportable, la única forma- ¡la ÚNICA!” de salir de ello es exigiendo mayor respeto a las leyes”, añade Azevedo, a quién le preocupa que lo que podría ser una primavera democrática pueda desembocar en un "régimen de Terror”.
De forma similar, el sociólogo Demétrio Magnoli alerta en el diario O Globo sobre el peligro de que los actuales grupos violentos, cada día más presentes en las manifestaciones, como ayer en Sâo Paulo y Río, destruyendo agencias bancarias, ocupando sedes de instituciones políticas e impidiendo a la llamada “prensa tradicional” actuar en la calle al considerarse que está al “servicio del capitalismo”, pueden ser una reencarnación de movimientos que ya sufrió por ejemplo Alemania con el grupo Baader-Meinhoff e Italia en los años setenta y ochenta con la mística revolucionaria de las Brigadas Rojas, de Lucha Continua o Autonomía obrera.
Fue aquella estética de la violencia la que llevó a las Brigadas Rojas al secuestro y asesinato de Aldo Moro como símbolo de lucha contra el “compromiso histórico” entre la Democracia Cristiana de Moro y el Partido Comunista reformista de Berlinguer.
Fueron aquellos movimientos los que, adoctrinados por intelectuales como Toni Negri o Pablo Ortellado elogiaban la “acción simbólica” de la destrucción de los templos del capitalismo, como arte y estética de la muerte del mismo. Negri llegó a apellidar al terrorismo como el “alba de la revolución”.
Hoy, podríamos preguntarnos si aquella estética de la violencia llevó a Italia a una democracia más madura y a una menor corrupción política. La respuesta es clara y hasta tiene un nombre: Berlusconi, una caricatura de los verdaderos valores políticos y civilizatorios.
En Brasil, quienes han empezado a dominar las manifestaciones son el grupo de los Black Blocs a los que se han unido otros colectivos que sintonizan con ellos.
Quizás esto se debe a que la sociedad sin banderas y sin ideologías predeterminadas, ansiosa sólo de un país más limpio, más libre, más moderno y con políticos menos corruptos haya empezado a dejar de salir a la calle, en manos esta de los que predican la “estética de la violencia”.
Paradójicamente, el secuestro de las manifestaciones espontaneas y democráticas por la “violencia de la estética” podría redundar más bien en beneficio de los políticos que buscan cualquier excusa para dejar todo como está, es decir, dejarles seguir alimentándose con sus corrupciones y privilegios.
Para el próximo 7 de febrero está previsto que se retomen las manifestaciones de protesta. Serán el mejor test para saber si la calle será tomada de nuevo por los que luchan por una mayor democracia y transparencia de la vida pública, o si la sociedad que ama sobre todo la paz y respeta la ley, se quedará en su casa, dejando la calle al capricho de la “estética de la violencia”.

Será que no Brasil teremos confrontos tão cruéis quanto no Egito???

http://g1.globo.com/revolta-arabe/noticia/2013/08/numero-de-mortos-apos-repressao-islamitas-no-egito-passa-de-400.html
15/08/2013 06h59 - Atualizado em 15/08/2013 09h16

Número de mortos após repressão a 




islamitas no Egito passa de 500


Islamitas voltam às ruas pedindo recondução do presidente deposto Morsi.
Comunidade internacional condenou o massacre e o estado de emergência.

Do G1, em São Paulo

Homens choram à beira dos corpos de familiares mortos nos conflitos da véspera no Cairo. Ao lado de diversas outras vítimas, os corpos foram reunidos na mesquita El-Iman, no bairro de Nasr (Foto: Khalil Hamra/AP)Homens choram à beira dos corpos de familiares mortos nos conflitos da véspera no Cairo (Foto: Khalil Hamra/AP)



   
A violenta dispersão dos acampamentos de manifestantes no Cairo que exigiam o retorno do presidente deposto Mohamed Morsi ao poder e os confrontos espalhados pelo Egito deixaram pelo menos 525 mortos, 482 deles civis, segundo um novo balanço oficial divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (15).
Este foi o dia mais violento desde a revolta que derrubou o ditador Hosni Mubarak do poder, no início de 2011.
De acordo com o porta-voz, 137 pessoas morreram na praça Rabaa al-Adawiya doCairo, principal área ocupada pelos manifestantes que exigiam o retorno ao poder do presidente islamita destituído em 3 de julho pelo exército.
Em outra praça, Al-Nahda, um pouco menor e também ocupada há um mês e meios pelos partidários de Morsi, 57 pessoas morreram na quarta-feira.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Dúvidas colocam a investigação da chacina de políciais põe comando da PM em estado de alerta para surpresas

14/08/2013 19h13 - Atualizado em 14/08/2013 19h38


Suspeito de matar família ligou horas 




antes para avisar do crime, diz amigo


Adolescente prestou depoimento à polícia sobre mortes na Brasilândia. 
Ele contou que Marcelo Pesseghini disse que 'colocaria plano em prática'.

Do G1 São Paulo

120 comentários
Um amigo de Marcelo Pesseghini, de 13 anos, suspeito de matar a família na Brasilândia, Zona Norte de São Paulo, disse em depoimento à polícia que recebeu um telefonema do garoto, horas antes do crime, avisando sobre os assassinatos. Quatro pessoas foram ouvidas durante esta quarta-feira (14) no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
A cabo Andréia Regina Pesseghini, de 36 anos, o sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini, de 40 anos, a mãe e uma tia da policial, além do adolescente, foram encontrados mortos em 5 de agosto na casa da família. A principal linha de investigação da polícia é a de que Marcelo matou os parentes e depois se suicidou.
A polícia começa, com os depoimentos, a traçar o perfil do adolescente. Colegas de escola confirmaram que ele disse várias vezes que queria matar os pais, se tornar um matador de aluguel e sair pelo mundo. Um deles contou que, no domingo à tarde, horas antes do crime, Marcelo ligou e disse que iria colocar esse plano em prática. O amigo não deu muita atenção e desligou. No dia seguinte, o garoto soube o que aconteceu com a família Pesseghini.
Foram ouvidos nesta quarta-feira no DHPP dois policiais militares, colegas do sargento da Rota, uma aluna da escola onde o menino estudava e a mãe dela. Até agora, 28 pessoas prestaram depoimento no inquérito. A polícia espera receber na próxima semana os laudos da perícia que vão ajudar a esclarecer o caso.
Crime em família SP 08/08 (Foto: Arte/G1)
Furto a caixas
O deputado estadual Major Olímpio Gomes (PDT) disse nesta quarta-feira (14) que a cabo Andréia foi convidada por outros policiais militares do 18° Batalhão para participar de furtos a caixas eletrônicos. “Eu recebi de policiais da própria Zona Norte, que eu conheço, a informação de que a cabo Andréia foi convidada por colegas para participar do furto de caixas eletrônicos”, afirmou major Olímpio.
De acordo com o deputado estadual, ele recebeu a denúncia de militares de várias unidades e diversas patentes neste fim de semana e na segunda-feira (12) relatou o fato ao coronel Rui Conegundes, comandante da Corregedoria da PM.
A suspeita de ligação de PMs com esta modalidade de crime tinha sido apresentada pelo comandante do 18º Batalhão da Polícia Militar, coronel Wagner Dimas, durante uma entrevista à Rádio Bandeirantes. Entretanto, Dimas voltou atrás e disse ter se perdido durante a entrevista. Dimas disse inicialmente que a cabo ajudou nas investigações confirmando que existia envolvimento de PMs em furtos a caixas eletrônicos.
Segundo relato de Major Olímpio, os policiais que fizeram denúncias dizem que Andréia teria recusado a proposta de formação de quadrilha e denunciou alguns colegas ao seu superior na época, o capitão Fábio Paganotto, no início de 2012. O capitão investigou o caso, mas não chegou a nenhuma conclusão e foi transferido do 18° Batalhão para o 9° Batalhão.
Para o parlamentar, o coronel Dimas voltou atrás na sua declaração na Corregedoria após ter sido pressionado pelos seus superiores. “Obviamente, ele foi pressionado porque não havia registro oficial da denúncia”, afirmou. “Ele acabou sendo destroçado administrativamente pela Secretaria de Segurança Pública [ao recuar na sua declaração]”, disse o Major Olímpio.
Segundo ele, coronel Wagner Dimas foi afastado do comando do batalhão. Oficialmente, a PM informou que o próprio Dimas foi quem solicitou afastamento por motivos médicos, mas que ele continua no comando da unidade.
Na época em que o cabo denunciou os colegas, o comandante do 18º Batalhão era o coronel Osni Rodrigues de Souza, que hoje está na reserva. "Não podemos desprezar nenhuma possibilidade para a elucidação da chacina de uma família de policiais, nenhuma linha de investigação”, disse o deputado.
Laudos
Os peritos vão analisar as ligações feitas e recebidas pelos ocupantes da casa entre a noite do dia 4 e a manhã do dia 5. Já  se sabe que o celular do policial tinha duas ligações não atendidas, feitas por um oficial da Rota, que comandaria um pelotão até a região de Presidente Prudente. Ele estranhou que o sargento não apareceu no batalhão. Dos computadores, a perícia vai verificar se Marcelo Pesseghini deixou alguma mensagem ou se apagou algum arquivo no dia em que a família morreu.
Os médicos legistas já sabem a posição e a distância dos tiros que mataram as cinco pessoas. Mas ainda não concluíram qual foi a sequência das mortes.

Exames como a concentração de substâncias químicas podem dar essa resposta. Alguns não podem ser realizados pelos laboratórios da Polícia Científica e devem ser feitos na Universidade de São Paulo (USP). Por causa disso, os primeiros laudos sobre o local do crime e a análise dos corpos só devem sair na semana que vem.
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Papa Francisco é fã do futebol... Viu pela TV Itália e Argentina



El papa Francisco vio el partido por televisión y se plantó el olivo que le regaló Lionel Messi

Vio el encuentro desde la Casa Santa Marta
 
 
Foto: Télam 
ROMA (DPA).- El papa Francisco, probablemente el más futbolero en la historia de la Iglesia católica, siguió hoy por televisión el amistoso disputado en su honor en Roma entre las selecciones de Italia y Argentina, en el que fue el gran ausente junto a figuras como Lionel Messi y Mario Balotelli.
Según medios italianos, el pontífice vio el encuentro desde la Casa Santa Marta, un hotel para huéspedes del Vaticano en el que se aloja desde que fue elegido papa en marzo, en lugar de en los aposentos papales como sus predecesores.
Al inicio del amistoso, el primero entre la Argentina e Italia disputado en 12 años, Javier Mascherano y Gianluigi Buffon, capitanes de ambos equipos, plantaron un olivo que el Papa bendijo ayer.
Tampoco asistió al encuentro el "número dos" de la Santa Sede y también gran futbolero, el cardenal secretario de Estado, Tarcisio Bertone, si bien entre los presentes había una delegación vaticana de unas 60 personas, entre religiosos y seglares..

Quadro de pontuação do 14° Mundial de Atletismo de Moscou / Brasil ocupa o 20° lugar


http://www.iaaf.org/competitions/iaaf-world-championships/14th-iaaf-world-championships-4873/medaltable

a PONTUAÇÃO engloba os pontos de todas as provas finais 












RANKCOUNTRYFOURTHFIFTHSIXTHSEVENTHEIGHTHPOINTS
1 UNITED STATES 4 5 1 5 2 5 1 4 127
2       RUSSIA 3 2 2 0 4 0 5 3 79
3 GERMANY 2 2 1 4 1 0 1 2 64
4 KENYA 2 2 1 1 0 2 2 0 51
5 ETHIOPIA 2 1 2 1 2 0 0 0 48
6 JAMAICA 2 0 1 2 2 0 0 2 42
7 GREAT BRITAIN & N.I. 2 0 0 0 3 1 0 1 32
8 PR OF CHINA 0 1 2 1 0 2 0 0 30
9 POLAND 1 1 0 1 0 2 1 1 29
10 FRANCE 0 2 0 1 0 0 3 1 26
11 JAPAN 0 0 1 1 1 3 0 0 24
12 CZECH REPUBLIC 0 0 1 0 1 0 3 1 17
12 UKRAINE 1 0 0 1 0 0 2 0 17
14 ITALY 0 1 0 0 1 1 1 0 16
15 CANADA 0 1 1 0 0 0 0 1 14
16 CUBA 0 0 2 0 0 0 0 1 13
16 SPAIN 0 0 1 0 1 1 0 0 13
18 NETHERLANDS 0 0 1 0 1 0 0 0 10
18 NIGERIA 0 1 0 0 0 1 0 0 10
20 NEW ZEALAND 1 0 0 0 0 0 0 0 8
20 IRELAND 1 0 0 0 0 0 0 0 8
20 CROATIA 1 0 0 0 0 0 0 0 8
20 BRAZIL 0 0 0 0 1 1 0 1 8
24 BOTSWANA 0 1 0 0 0 0 0 0 7
24 IVORY COAST 0 1 0