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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Hypescience e o efeito placebo


http://hypescience.com/9-fatos-incriveis-sobre-o-efeito-placebo/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29
A ideia de nós mesmos nos enganarmos a ter saúde prova que o cérebro é realmente uma entidade extremamente poderosa. Embora faça sentido, de uma forma estranha, que sejamos capazes de fazer isso, há certos aspectos do efeito placebo que até mesmo cientistas e médicos não conseguem explicar. Veja 10 exemplos notáveis do efeito placebo:

9. Efeito placebo também ocorre entre cães e outros animais

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Empresas farmacêuticas empregam os mesmos procedimentos (testes duplos e cegos) em cães ao testar medicamentos para animais, como para humanos. Em um estudo em particular, cães com epilepsia receberam ou uma medicação, ou um placebo. O grupo do placebo reagiu de forma extremamente positiva.
Novos estudos com hamsters também revelam que a maioria dos animais tem algo semelhante ao efeito placebo, que entra em ação dependendo do ambiente e da energia corporal disponível. Quando hamsters foram levados a acreditar que era inverno, seu sistema imunológico entrou em um estado mais dormente para preservar energia. Esse mecanismo ajuda a explicar por que não podemos simplesmente nos recuperar, mas precisamos tomar uma pílula, seja qual for. Em essência, nós precisamos de algum tipo de influência externa para iniciar a sequência de eventos que levam ao efeito placebo.

8. Embriaguez placebo

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Mulheres geralmente ficam bêbadas mais facilmente que os homens, requerendo menos álcool. Na verdade, para ficar embriagado não é necessário nenhum álcool. Isso porque podemos simplesmente enganar-nos a pensar que estamos bêbados. Pesquisas diferentes já descobriram que aqueles que acreditam ter bebido álcool (mesmo que a bebida fosse não alcoólica) se sentem bêbados e têm realmente o julgamento prejudicado. Ou seja, se saem pior em testes simples e seu QI torna-se menor, como se estivessem realmente embriagados.

7. Onde você mora afeta o efeito placebo

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Americanos tendem a exibir hipocondria mais do que qualquer outra cultura na Terra, já que a propaganda de saúde e medicamentos lá é extensa. Por alguma razão, tendem a atribuir muito poder aos medicamentos que podem ser injetados na veia (provavelmente porque foram condicionados a respeitar o poder de injeções desde o nascimento). Europeus, por outro lado, reagem de forma mais positiva a comprimidos de placebo do que injeções.
Ou seja, fatores culturais influenciam fortemente a maneira pela qual o efeito placebo se manifesta. Drogas de placebo utilizadas em um estudo para o tratamento de úlceras funcionaram muito melhor na Alemanha do que no Brasil. Um teste de drogas para hipertensão foi o menos reativo para as pílulas de placebo na Alemanha. Esses fatores culturais são poderosos na formação das nossas esperanças, medos e expectativas, de maneira que o efeito placebo se transforma quando atravessa fronteiras.

6. Placebo ainda funciona mesmo que você saiba que é placebo

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Toda a premissa do efeito placebo é que os pacientes acreditam que estão recebendo medicamento verdadeiro e são curados. Mas, mesmo quando os pacientes descobrem que estão recebendo uma droga falsa, ela ainda funciona de forma eficaz, o que não faz nenhum sentido.
Em testes nos quais os doentes recebem medicamentos simulados, eles são eventualmente informados de que tomaram placebo. Depois de saber disso, cientistas esperam que os benefícios positivos do remédio diminuam ou pelo menos enfraqueçam nos pacientes. Mas, pelo contrário, os efeitos positivos permanecem e muitos querem continuar a tomar a droga. No futuro, isso poderia significar que médicos prescreverão pílulas de açúcar para pacientes com pleno conhecimento que estão tomando placebo.

5. É possível derivar efeito placebo através de infecções falsas de doenças não relacionadas

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Um grupo de médicos queria ver se as pessoas que sofriam de asma que fossem infectadas com amarelão iriam sentir alívio nos seus sintomas. Eles dividiram o grupo de doentes asmáticos em dois, infectaram um com ancilóstomo, e fizeram o segundo pensar que também tinha sido infectado.
O grupo que tinha realmente sido infectado viu uma melhora. O segundo grupo, incrivelmente, também. Isso demonstrou que as melhorias de ambos os grupos foram resultado do efeito placebo. A maior parte do grupo que tinha sido infectado escolheu manter as infecções após terminar o estudo, por causa das vantagens percebidas.

4. Placebo tem um gêmeo malvado chamado de “nocebo”

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Assim como as nossas expectativas sobre a eficácia de uma droga podem influenciar a nossa reação a um placebo, uma expectativa de efeitos colaterais pode levar-nos a experimentá-los também. Isso tem se manifestado em uma infinidade de formas, às vezes extremas, e ficou conhecido como “nocebo”.
Um estudo notável documentou os efeitos do nocebo na Itália, onde pessoas com ou sem intolerância à lactose tomaram o que pensaram ser lactose (não era). 44% das pessoas com intolerância e 26% sem intolerância desenvolveram sintomas de desconforto gastrointestinal.
Como se ter diarreia e estômago sem motivo algum não fosse ruim o suficiente, imagine perder a fé em seu pênis normal por causa do que o seu médico lhe disse. O efeito nocebo lamentavelmente funciona em pessoas que tomam medicamentos reais, como foi revelado por um estudo realizado em homens que tomaram a droga finasterida para próstatas aumentadas. Metade foi informada pelo médico que disfunção erétil era um possível efeito colateral, e a outra metade não. Do grupo que ouviu sobre o efeito, 44% relataram disfunção erétil, em comparação com apenas 15% do grupo que não tinha sido informado.
Em outro estudo, um paciente participando de um teste para medicação antidepressiva engoliu 26 pílulas de placebo em uma tentativa de suicídio. Mesmo sendo completamente inofensivas, sua pressão arterial de alguma forma caiu perigosamente.

3. Cor e tamanho afetam o efeito placebo

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Nossa percepção de quão bem funciona uma pílula muitas vezes determina o quão bem ela realmente acaba funcionando. Esta eficácia percebida é baseada em grande parte no tamanho, forma e cor da pílula.
Pesquisadores descobriram que pílulas de placebo amarelas são as mais eficazes no tratamento da depressão, enquanto pílulas vermelhas levam o paciente a ficar mais alerta e acordado. Comprimidos verdes ajudam a aliviar a ansiedade, enquanto pílulas brancas aliviam problemas estomacais, como úlceras. Quanto mais pílulas de placebo as pessoas tomam, melhor, com as tomadas quatro vezes por dia sendo mais eficazes do que as tomadas duas vezes por dia.
Comprimidos que têm uma “marca” carimbada sobre eles também funcionam melhor do que pílulas que não têm nada escrito sobre elas. Parece que nós somos superficiais até quando se trata de medicamentos falsos.

2. Cirurgias placebo também são eficazes

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Imagine sofrer uma lesão que exige cirurgia e ser submetido ao procedimento, o que resulta em um membro sem dor. Agora imagine o médico lhe dizendo, um mês depois, que não reparou nada durante a cirurgia, apenas lhe cortou e lhe fez acreditar que um procedimento tinha ocorrido.
Isso é essencialmente o que vem acontecendo em testes médicos, e os resultados mostram que as cirurgias falsas podem ser tão eficazes quanto as reais. A melhor parte é, obviamente, que a cirurgia falsa é bem mais barata.

1. O efeito placebo ficou mais poderoso ao longo dos anos

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O efeito placebo foi observado pela primeira vez no final de 1700, mas suas verdadeiras implicações fisiológicas não foram realmente compreendias até a década de 1970. Ainda assim, parece que, quanto mais os médicos conduzem testes, mais poderoso o efeito placebo se torna.
Isso pode ser resultado de nosso condicionamento social. Humanos colocam muita fé em profissionais médicos. Conforme a tecnologia médica melhora, a mortalidade diminui e a nossa fé na medicina se torna mais forte. Tomamos conforto na rotina de ir ao médico, ser examinado, ir à farmácia e começar a tomar pílulas. Esperamos nos curar e, ao longo do tempo, essa expectativa tornou-se ainda mais pronunciada, conforme nossa fé na ciência se fortaleceu. Na Idade Média, teria havido pouca razão para ter fé nos procedimentos médicos, já que a maioria das pessoas morria. Hoje, nossa confiança nas drogas só deve crescer. Com isto, o efeito placebo cresce também.[Listverse]

Efeitos colaterais da morte de menino boliviano por sinalizador disparado pela torcida corintiana durante jogo na Bolívia

http://www.correiodoestado.com.br/noticias/corintianos-atravessam-fronteira-a-pe-e-chegam-a-corumba_175033/

Corintianos atravessam fronteira a pé e chegam a Corumbá

TARYNE ZOTTINO 22/02/2013 15h00
 
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Foto: Anderson Gallo - Diário Online
Presidente da Gaviões disse que grupo foi hostilizado por bolivianos
Integrantes da "Gaviões da Fiel", torcida do Corinthians, chegaram hoje (22) a Corumbá após a estreia do Timão na Libertadores da América contra a equipe boliviana do San José. A partida, realizada na quarta-feira (20), foi marcada por uma tragédia: o torcedor boliviano Kevin Douglas Beltrán Estrada, de 14 anos, morreu, vítima de um sinalizador disparado durante o jogo.
O grupo de 42 torcedores atravessou a fronteira a pé. Oito deles ficaram detidos na Bolívia. Segundo as autoridades policiais do país, o disparo veio justamente da torcida do Corinthians. Eles relataram que durante a caminhada na fronteira de Arroyo Concepción (no município de Puerto Quijarro), foram hostilizados por um pequeno grupo de bolivianos.
"No fim do jogo, seguraram a gente pra torcida [do outro time sair] e depois nos colocaram para fora do estádio, para a gente se virar e esperar o ônibus lá fora", disse o presidente da Gaviões da Fiel, Antônio Alan, ao site Diário Online. "Vários carros seguiram a gente, quebraram vidros do nosso ônibus", contou. Antônio Alan afirmou que a torcida não provocou a tragédia. "Não temos nada com a situação, temos crianças no ônibus que vieram com a gente para assistir a partida e não faríamos nada assim", declarou. 
(Com informações do Diário Online) 

Vaticano classifica de 'desinformação' notícias sobre renúncia do Papa - Internacional - Notícia - VEJA.com

Vaticano classifica de 'desinformação' notícias sobre renúncia do Papa - Internacional - Notícia - VEJA.com

Itália

Vaticano classifica de 'desinformação' notícias sobre renúncia do Papa

Na Itália, jornais descrevem trama de corrupção, sexo e tráfico de influências

Papa Bento XVI durante a oração do Angelus dominical neste domingo (17)
Papa Bento XVI renuncia oficialmente ao cargo na próxima quinta-feira (Max Rossi/Reuters)
O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, rebateu neste sábado o que classificou como "desinformação" e "calúnias" sobre os motivos que levaram à renúncia do Papa Bento XVI, que na próxima quinta-feira deixa oficialmente seu cargo. Lombardi criticou a publicação de notícias sobre possíveis intrigas na cúpula da Santa Sé.
"Há quem tente aproveitar o movimento de surpresa e desorientação, após o anúncio de que o Papa Bento XVI abandonará seu cargo, para semear a confusão e desprestigiar a Igreja", declarou o porta-voz em uma entrevista a Rádio Vaticano."Aqueles que apenas pensam em dinheiro, sexo e poder, e estão acostumados a ver as diversas realidades com estes critérios, não são capazes de ver outra coisa, nem sequer na Igreja, porque seu olhar não sabe dirigir-se para cima ou descer com profundidade nas motivações espirituais da existência".
Desde que foi anunciada, em 11 de fevereiro, a renúncia do Papa provocou reações em todo o mundo, em particular na Itália, onde a imprensa tem publicado uma série de reportagens sobre uma trama de corrupção, sexo e tráfico de influências no Vaticano. Segundo os católicos, os meios de comunicação estariam ofuscando a importância do Conclave, que a partir da primeira semana de março dará início à escolha do novo Papa.
"É deplorável que, com a aproximação do início do Conclave, quando os cardeais eleitos deverão, em consciência e diante de Deus, expressar em plena liberdade a própria escolha, multiplique-se a difusão de notícias muitas vezes não averiguadas, ou não averiguáveis, ou até mesmo falsas, inclusive com grave consequência a pessoas e instituições", diz um comunicado divulgado na manhã desta segunda.
Também neste sábado, o Papa Bento XVI disse que, mesmo após a formalização da renúncia, permanecerá espiritualmente próximo aos cardeais do Vaticano. "Mesmo se concluo hoje a comunhão exterior visível, permanece a proximidade espiritual, uma profunda comunhão da oração", disse o Pontífice.
O Papa agradeceu a todos pela companhia nesta semana de reflexão que abre a Quaresma e também aproveitou para criticar os rumores sobre sua saída. "O maligno sujar a criação para contradizer Deus e tornar irreconhecíveis sua verdade e sua beleza".
(Com agência France-Presse)

Promotor: divido um carro com assassinos e traficantes, mas não com Gil Rugai - Notícias - R7 São Paulo

Promotor: divido um carro com assassinos e traficantes, mas não com Gil Rugai - Notícias - R7 São Paulo

23/2/2013 às 08h52 (Atualizado em 23/2/2013 às 12h31)



Promotor: divido um carro com assassinos e traficantes, mas não com Gil Rugai

Rogério Zagallo disse ainda que legado de julgamento é: "Vale a pena praticar crime"
Ana Cláudia Barros e Vanessa Beltrão, do R7
Eduardo Enomoto/R7Gil Rugai deixa Fórum Criminal da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo, após ser condenado
Após cinco dias de um julgamento tenso, o promotor do júri que condenou Gil Rugai, Rogério Zagallo, destacou a suposta periculosidade do estudante. Zagallo, que chegou a se emocionar ao saber da condenação do réu, disparou contra Rugai, dizendo que o rapaz tinha um “desvio de personalidade" e "não poderia conviver em liberdade". Ele acrescentou que não dividiria o mesmo carro com o condenado.
— Eu posso dizer: eu já cansei de fazer acusações contra inúmeros réus, bandidos, traficantes, homicidas dos mais perigosos. Em qualquer desses casos, eu divido um carro com qualquer um dos réus que eu já condenei, mas com Gil Rugai, eu não divido.
Apesar de satisfeito com a condenação, Zagallo questionou a legislação brasileira, tendo em vista que o ex-seminarista não foi preso apesar do tamanho da pena. E usou palavras duras para se referir ao criminoso.
— Esse rapaz tem um desvio de personalidade. Como o próprio juiz consignou na sua decisão, ele tem uma personalidade dissimulada, ele é perigoso, não é esse anjinho que parece, não vai participar do conclave. Realmente é uma pessoa que não poderia conviver em liberdade.
Diante da possibilidade de o estudante, sentenciado a 33 anos e 9 meses de reclusão, cumprir apenas 1/6 da pena em regime fechado, descontando ainda os cerca de dois anos em que permaneceu preso, o representante do Ministério Público desabafou:
— Vale a pena praticar crime. Esse é o legado de cinco dias de julgamento, nove anos de um processo, para chegar nisso: “Eu matei meu pai, eu matei a minha madrasta, mas vou ficar mais dois anos e meio (preso)”.
Ele completou:
— Esse é o atual estágio, o atual nível da Justiça criminal brasileira: vale a pena praticar crimes.
Relembre o caso

O publicitário Luiz Carlos Rugai, 40 anos, e sua mulher, Alessandra de Fátima Troitino, 33 anos, foram assassinados a tiros dentro da casa onde moravam em Perdizes, zona oeste de São Paulo no dia 28 de março de 2004.

Alessandra foi baleada cinco vezes na porta da cozinha, segundo laudo da perícia. Luiz Carlos teria tentado se proteger na sala de TV. A pessoa que entrou no imóvel naquela noite arrombou a porta do cômodo com os pés e disparou quatro vezes contra o publicitário.

O comportamento aparentemente frio de Gil Rugai, na época com 20 anos, ao ver o pai e a madrasta mortos chamou a atenção da polícia, que passou a suspeitar dele.

Os peritos concluíram que a marca encontrada na porta arrombada era compatível com o sapato de Rugai, que, ao ser submetido pela Justiça a radiografias e ressonância magnética, teria apresentado lesão no pé direito.

Na mesma semana do duplo homicídio, os policiais encontraram no quarto do rapaz, um certificado de curso de tiro e um cartucho 380 deflagrado, o mesmo calibre da arma usada no assassinato do casal.

As investigações apontaram ainda que ele teria dado um desfalque de R$ 228 mil na empresa do pai, a Referência Filmes, falsificando a assinatura do publicitário em cheques da firma. Poucos dias antes do assassinato, ele foi expulso de casa.

Um ano e três meses após o duplo homicídio, uma pistola foi encontrada no poço de armazenamento de água de chuva do prédio onde o rapaz tinha escritório, na zona sul. Segundo a perícia, seria a mesma arma de onde partiram os tiros que atingiram as vítimas.

Rugai respondeu pelo crime em liberdade. Ele foi julgado e condenado por duplo homicídio qualificado por motivo torpe.

Torcida corintiana se mobiliza para lotar os arredores do Pacaembu - Title1

Torcida corintiana se mobiliza para lotar os arredores do Pacaembu - Title1

23/02/2013 | Por Estadao.com.br- Estadao.com.br

Torcida corintiana se mobiliza para lotar os arredores do Pacaembu

Organizadas querem mostrar força das arquibancadas mesmo se não puderem entrar nos jogos da Libertadores
As organizadas do Corinthians estão se mobilizando para, caso a diretoria não consiga reverter a decisão que impede a presença de torcedores nos jogos da Libertadores, se concentrarem nos arredores do Pacaembu na quarta-feira, no horário da partida contra o Millonarios.
A Gaviões da Fiel, principal organizada do clube, alega que está aguardando o término das apurações sobre a morte do garoto Kevin Douglas Beltrán para só depois se posicionar, mas ontem, em seu Twitter, convocou os seus associados. "As arquibancadas poderão estar vazias, mas a nossa voz eles ouvirão! Estaremos com o Corinthians em qualquer lugar." Entre os torcedores presos na Bolívia está Tadeu Macedo Andrade, diretor financeiro da Gaviões.
Na internet torcedores se mobilizam para se agruparem na Praça Charles Miller. "Vamos invadir. Dentro do Pacaembu só cabem 40 mil. Lá fora cabe muito mais," diz um comunicado distribuído nas redes sociais.
A Polícia Militar já está em alerta e se prepara para reforçar a segurança no local. As vendas dos ingressos para a partida de quarta-feira foram suspensas.
O zagueiro Paulo André, um dos líderes do elenco, aprovou o apoio dos torcedores mesmo fora do estádio, mas pediu que a manifestação seja feita de forma ordeira. "Todo tipo de apoio é válido, mas tem de ter cuidado."
Segundo o jogador, o grupo está bastante abalado com a morte de Kevin Douglas Beltrán e coube ao gerente de futebol Edu Gaspar conversar com os atletas antes do treino de ontem. O recado foi que eles deveriam se concentrar nos jogos enquanto a diretoria recorria da punição recebida pela Conmebol.
"A gente está tentando se motivar, mas acaba falando mais sobre o ocorrido do que sobre o que está para acontecer. De qualquer forma, começou a preparação para o jogo contra o Bragantino (amanhã, em Bragança Paulista, pelo Campeonato Paulista). Precisamos vencer e trazer um pouco de tranquilidade para o ambiente", disse.
Paulo André comentou que a morte do garoto não premeditada. "O que aconteceu foi uma grande fatalidade", disse. Por isso, ele acredita que a punição ao Corinthians é injusta. "Não sei até que ponto o clube poderia ou deveria ser prejudicado."
O zagueiro, no entanto, cobrou que o responsável pela morte do garoto seja identificado e punido, e o caso sirva para mudar o futebol. "Se a gente não mudar a atitude e a fiscalização, daqui a seis meses isso pode voltar a acontecer", disse.
Mundial. Paulo André endossou as palavras de Tite que, após o empate por 1 a 1 com o San Jose, disse que trocaria o título mundial pela vida do jovem. "O Tite quis mostrar o valor da vida, da importância para todos nós. Não há nada que pague uma vida." Segundo o zagueiro, se o time ganhar a Libertadores dedicará o título a Kevin. /G.Jr. e R.R.

Veja como foi a semana do Corinthians entre a tragédia em Oruro e o empate na altitude contra o San José:
1 de 25
A polícia boliviana manteve 12 torcedores do Corinthians em Oruro. Eles estão presos para investigação da morte de um garoto de 14 anos durante o jogo entre Corinthians e San José

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Blog do Roberto Moraes: Campos tem 183,6 mil veículos licenciados. E aí?

Blog do Roberto Moraes: Campos tem 183,6 mil veículos licenciados. E aí?: Para ser mais exato com a estatística do Detran RJ o número, agora em janeiro de 2013, foi de 183.776 veículos licenciados  em Campos dos Go...

quinta-feira, fevereiro 21, 2013

Campos tem 183,6 mil veículos licenciados. E aí?

Para ser mais exato com a estatística do Detran RJ o número, agora em janeiro de 2013, foi de 183.776 veículos licenciados em Campos dos Goytacazes assim distribuídos:

Automóveis: 110.935

Motos – 31.919
Motonetas – 9.953
Ciclomotor – 29
Triciclo - 62
Ônibus – 1.421
Microônibus - 893
Caminhonete – 7.365
Caminhoneta – 7.644
Caminhões – 6.963
Tratores – 849
Reboque – 4.084
Semireboque – 937
Sidecar – 13
Utilitários - 534
Total - 183.776 veículos.

Com 183,7 mil veículos licenciados temos um veículo para cada 2,5 habitantes, uma média muito alta e que explica as dificuldades que se vive na setor viário na área urbana de nosso município. 

Observem que este número despreza os licenciamentos feitos no vizinho estado do Espírito Santo, onde o IPVA é menor que em nosso estado.

Em janeiro do ano passado o número de veículos licenciados era de 169,5 mil veículos, o que significa dizer que em um ano o número de veículos licenciados aumentou em cerca de 14 mil veículos de 2012 para 2013

Por este índice de crescimento anual é possível dizer, que já em 2014, o número de veículos licenciados em Campos já deverá alcançar o número de 200 mil veículos.

Verdade que cerca de 40 mil destes veículos licenciados são de motos e motonetas. Ainda, assim, as estatísticas assustam. 

Se observarmos só os automóveis deixando motos, caminhonetes, caminhões, ônibus, etc. ainda assim, o índice de crescimento anual é muito grande, cerca de 9 mil novos automóveis licenciados por ano em Campos dos Goytacazes.

Recordo-me quando em 2005, este índice de crescimento ainda era de 5 mil por ano, atuando como representante da sociedade civil, no Conselho Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo chamei a atenção e insisti para a necessidade de se tomar providências. 

Recordo-me que o prefeito de Campos na ocasião, era Carlos Alberto Campista. Ele se assustou com os números e quis saber a procedência da estatística. 

Quando lhe informei que os dados eram oficiais e eram do Detran-RJ, e que eu já vinha acompanhando e tabulando os mesmos há mais de cinco anos, ele teve a certeza da necessidade de avançar na discussão do Plano Diretor do município e de um plano viário e de mobilidade urbana. Seu mandato durou menos de um semestre e aqui estamos com os problemas que todos conhecemos.

Os governos se sucederam. As medidas tomadas foram tímidas e insuficientes, mesmo que algumas tenham sido implementadas. Os problemas acumularam apesar do nosso orçamento generoso. O adensamento urbano é um complicador para uma área central com vias estreitas e limitadas.

Ainda é hora de se planejar alterações e mudanças urgentes em nossa infraestrutura, num plano de mobilidade urbana, num transporte coletivo de qualidade e eficiente, para além do programa de passagem a um real. Não se deve também esquecer das ciclovias enquanto alternativa segura para o transporte saudável e seguro nesta planície.

A população precisa conhecer esta realidade e cobrar dos gestores, quem quer que sejam, soluções, que o nosso orçamento comporta e que, se bem projetados e articulados, têm tudo para contar com o apoio dos governos estadual e federal.

O blogueiro, como faz, há pelo menos 13 anos, desde que ajudou a organizar o Observatório Socioeconômico do Norte Fluminense, oferece a sua contribuição ao debate que se pretende qualificado, para o tema que diz respeito ao nosso cotidiano de cidadão campista.

Lobby gay no Vaticano ???


Jornal italiano associa renúncia do Papa a relatório sobre lobby gay no Vaticano

La Repubblica diz que Bento XVI tomou decisão depois de receber um relatório com referências à exposição da Igreja à chantagem e extorsão por práticas homossexuais.
Bento XVI, com o ex-mordomo (lugar da frente)
A Santa Sé recusou comentar as notícias que associam a renúncia de Bento XVI à eventual divulgação de um relatório em dois volumes que alegadamente descreve a existência de um lobby gay – secreto e activo – no Vaticano.
A documentação, que o Papa terá recebido a 17 de Dezembro, foi produzida na sequência de uma investigação lançada pelo próprio Bento XVI na sequência do escândalo “Vatileaks”, que culminou com a detenção e acusação do mordomo do Papa, Paolo Gabriele, posteriormente condenado pelo roubo de documentos confidenciais.
“Foi nesse dia, com esse relatório na sua secretária, que Bento XVI tomou a decisão que já ponderava há tanto tempo”, garante o diário italiano La Repubblica, que avançou com a notícia.
A resposta do Vaticano aos factos relatados pelo jornal italiano (e depois amplificados pela imprensa mundial) foi ambígua. “Nem a comissão de cardeais nem eu próprio faremos qualquer comentário para confirmar ou desmentir o que foi escrito sobre esta matéria. Cada qual assumirá as suas responsabilidades. Não faremos mais nenhuma declaração sobre este assunto”, reagiu o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi.
Lombardi referia-se a Julian Herranz, Josef Tomko e Salvatore De Giorgi, os três cardeais responsáveis pelo relatório – mais de 300 páginas divididas por dois volumes – e que terão constatado que “vários lobbies dentro da Santa Sé consistentemente violaram os sexto e sétimos mandamentos da lei da Deus”, que condenam o adultério e o roubo, respectivamente. A doutrina interpreta ainda o sexto mandamento como uma interdição das práticas homossexuais.
Sem citar directamente as passagens do relatório, o mesmo diário italiano diz que os autores concluíram que os pecados dos prelados expuseram a Igreja Católica à chantagem e à extorsão.
Aparentemente, os membros do lobby gay mantinham encontros ilícitos em vários pontos de Roma, nomeadamente uma sauna num bairro dos subúrbios e uma villa privada dos arredores, bem como um salão de beleza e um edifício que funcionou como residência universitária no centro da cidade. Os envolvidos teriam sido depois sujeitos a ameaças e chantagem.
Não é a primeira vez que são denunciados casos de homossexualidade ou pedofilia na hierarquia do Vaticano. Em 2007, a Cúria suspendeu um dos dirigentes que foi filmado com menores numa operação encoberta da televisão italiana. Em 2010, Angelo Balducci, conselheiro da Congregação para a Evangelização dos Povos, foi detido no âmbito de uma investigação de corrupção que expôs uma rede de prostituição masculina. Balducci foi apanhado em escutas telefónicas a organizar encontros com coristas e seminaristas.
O relatório entregue ao Papa em Dezembro supostamente também expõelutas de poder, intriga e corrupção entre diferentes facções internas mas também grupos externos ao Vaticano: segundo o La Repubblica, há referências de “impropriam influentiam” ou influência nefasta de lobbies “de natureza mundana” que condicionam a acção da Igreja. Alegações de corrupção na atribuição de contratos e lavagem de dinheiro no banco do Vaticano já tinham sido levadas ao Papa, como provaram as cartas privadas que foram roubadas pelo seu ex-mordomo e divulgadas no “Vatileaks”.
O facto de Bento XVI se ter referido vagamente às “divisões” na Igreja durante o discurso de Quarta-feira de Cinzas, foi apresentado como prova de que teria sido este relatório a precipitar a decisão de renúncia do Papa. “Penso particularmente nos pecados contra a unidade da Igreja, nas divisões no corpo da Igreja”, disse.
Mas como escreveu o conhecido analista do Vaticano, Ignazio Ingrao, na revista Panorama, “a parte do relatório que mais chocou o Papa foi aquela que revelou a existência de uma rede de alianças e actos de chantagem de natureza homossexual em várias áreas da Cúria”.